Aos 51 anos, começo a mostrar meus poemas inéditos, um a cada segunda-feira, na fé de que tenham valor literário e caiam no gosto dos que levam a vida em versos livres
segunda-feira, 4 de novembro de 2013
Língua viva
Desde que rebobinei
Pela primeira vez
Meu futuro de palavras mortas,
Aperto e reaperto teclas,
Insistindo no replay,
Pois, custo a crer,
Nem amor restará
Na crista da onda.
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